Tempo ao Tempo é um podcast de histórias da História, de passado, presente e futuro, e da mudança da memória no tempo. Aqui vamos percorrer a micro-história e a História global, a História europeia e a História nacional, sempre com o objetivo de atualizar os dilemas das pessoas do passado e colocar em perspetiva histórica os nossos dilemas do presente. Com o tempo, vão aparecer texturas e um padrão narrativo, que ajudará a fazer sentido do todo. Mas o todo será sempre multímodo, polifónico e eclético. De muitos caminhos.
Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares, com apoio à produção de Leonor Losa.
A sonoplastia de Tempo ao Tempo é de João Luís Amorim e a capa é de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos.
No episode description available.
Episodes
O CR7 do ano 147: Caio Apuleio Diocles, o atleta lusitano que terá ganho mais dinheiro e mais fama que Cristiano Ronaldo
ListenedMarc Bloch e Simone Vidal: a história serve para quê, afinal?
ListenedO Queijo e os Vermes: o legado Carlo Ginzburg nos modos modernos de fazer e pensar a história
ListenedMagnífica Humanitas: o que a encíclica de Leão XIV nos diz sobre a IA e o futuro da humanidade
ListenedO locutor explora a relação entre a história e o futuro, utilizando uma encíclica papal como ponto de partida para discutir os desafios da inteligência artificial através das metáforas bíblicas da Torre de Babel e de Neemias. O episódio analisa o contraste entre a confusão linguística e a reconstrução comunitária, culminando na interpretação do Pentecostes como o contraponto à dispersão de Babel. A discussão aborda o potencial da IA para superar barreiras linguísticas e promover uma comunicação global, mantendo as identidades locais. Além disso, o autor reflete sobre a importância da ética da responsabilidade de Hans Jonas e o dilema profético de Jonas para o debate contemporâneo sobre a regulação e os impactos da tecnologia.
O dia de Camões e a história do futuro
ListenedEste episódio explora a evolução histórica do feriado de 10 de junho, analisando a sua transformação desde a iniciativa republicana no século XIX, passando pelo período do Estado Novo como 'Dia da Raça', até ao seu significado democrático atual. Através da figura de Camões, o narrador reflete sobre a história como a ciência da mudança, distinguindo entre transformações cíclicas e eventos disruptivos que alteram a própria realidade.